segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

08/12/2014.

REFLEXÃO DO PROFESSOR - Com Base nos estudo do PNAIC 
2013/2014


A formação continuada do professor

Da formação do professor, pressupõe-se que ela não se reduza a uma questão técnica, mas que envolva múltiplos saberes e outras  dimensões da vida humana ( intelectual, corporal, afetiva, social, estética, ética e cultural).
Formar indivíduos nesse conjunto requer ao menos uma questão a ser pensada: O que pretendemos de fato para essas pessoas que queremos formar? Essa questão deverá iluminar toda a formação a ser dada.



Para nós professores é crucial que estejamos sempre em um processo de formação permanente melhorando  nossa prática e o  nosso conhecimento.
Refletir sobre a prática é construir uma identidade de professor /mediador, além de ajudar  na adaptação das diversas mudanças que vem surgindo no dia/dia e que não se contem.
Essa reflexão  perpassa pela  intenção verdadeira de mediador de conhecimento e leva para a sala de aula uma participação  mais ativa que  proporciona  mais  aprendizagem.  Dessa forma  fazendo que esse aluno seja e sinta-se realmente o sujeito desse processo e com autonomia compreenda  a realidade social em que vive.
 Sabendo disso e para ampliar discussões sobre a alfabetização, recebemos o Pacto Nacional   pela Alfabetização na Idade Certa que integra ações, materiais e referências curriculares e pedagógica  como um compromisso firmado com as crianças; compromisso esse, que irá assegurar-lhes  o direito de estarem alfabetizadas  até  o final do 3º ano do Ensino Fundamental.
Os dois anos de aprendizado foram muito relevantes no sentido de que pudemos adquirir conhecimentos teóricos de situações adversas nas salas de aula e nos têm ajudado a incorporar atitudes mais direcionadas à situações em que a dúvida era uma constante. Por exemplo, como avaliar melhor as questões das crianças com tantas dificuldades e deficiências notadas agora; como fazer para atender  crianças que estão vindo para nós tão cedo.
Essas e outras questões nos foram apresentadas provocando reflexão e oferecendo subsídio para práticas pedagógicas que torne possível o “cedo”  ser  mais uma vitória em suas vidas.
Ao incentivar alunos a falar, a escrever e a contextualizar números no mundo ao seu redor é que nos reconhecemos como educadores e alfabetizadores, mas temos que ter em mente, que nas nossas salas de aula estão também crianças com diferentes vivências e experiências. Elas é que irão exigir clareza e objetividade do nosso trabalho pedagógico e assim garantir seus direitos de aprendizagens. Esse foi o suporte encontrado no Curso PNAIC que esteve sempre de mãos dadas entre a teoria e a prática.
Os encontros foram todos muito importantes e as salas ficaram cheios de impressões e trabalhos maravilhosos onde trocamos e debatemos nosso cotidiano, aprimorando e visualizado  nossas experiências  em  oficinas lúdicas ao longo de todo o curso,   bastante significativo para todos.
Esperamos novas oportunidades para outros cursos futuros em igual monta, aperfeiçoando e desenvolvendo sempre mais nossa capacidade e qualidade profissional.





Professora Mª Inês L.